Um tempo
atrás apareceu uma notícia sobre um menininho de 5 anos que ia para a escola de
vestido, e o pai dele começou a andar de saia para dar apoio ao filho. De
repente, começou uma onda de apoio a essa família. Muitos já concluindo que o
garoto fosse homosexual, outros achando que roupa é uma coisa imposta pela sociedade
e uma forma de escravização comportamental.
Hoje eu estava vendo um programa sobre um homem obeso, tentando perder peso, e, no fim do programa, ele revela que o que o levou a essa situação de morbidez foi sua homossexualidade, pois ele nao sabia lidar com isso. Não queria ser julgado por uma coisa, então distorceu a própria imagem para se isolar.
Hoje eu estava vendo um programa sobre um homem obeso, tentando perder peso, e, no fim do programa, ele revela que o que o levou a essa situação de morbidez foi sua homossexualidade, pois ele nao sabia lidar com isso. Não queria ser julgado por uma coisa, então distorceu a própria imagem para se isolar.
Minha
conclusão: na psicologia, na mente humana, nem sempre um charuto é só um
charuto. Se seu filho/irmão/primo está gordo além do aceitável, não quer dizer
que ele só ama gordura. Talvez ele tenha algum questionamento interior. Talvez
seu filho esteja usando vestidos não porque seja gay, mas porque não gosta de
calças, simplesmente. Ou então ele não gosta de ter sardas e quer desviar a atenção. Parem de concluir
coisas, e passem a questioná-las para entendê-las. O preconceito está
até nas atitudes apressadamente libertadoras e radicais. O preconceito só pode
deixar de existir quando a pessoa sai de si mesma para se colocar no lugar do
outro.