Não sei escrever bonito, nem falar de um cenário envolvente e sentimentos que arrebatem o leitor.
Mas eu adoro ler. Adoro cada letrinha num pedacinho de papel que me dê uma alternativa de realidade. Sem pagar passagem, saio do meu quarto lilás/rosa para um universo distante e que meus pés não sabem como chegar, apenas minha mente sabe o caminho.
E assim, durante minhas férias, gastos horas olhando para a estante, decidindo qual livro ler, há tantos...
Qual o livro favorito de vocês? =)
quinta-feira, 22 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
...o que?
As pessoas gostam muito de definições.
Quem é você? O que é isso? É bom? Tem que gosto? Mas funciona? Quem te disse?
As coisas não são definidas por si, mas pelo que trazem consigo, ou de onde vieram, ou quem as traz consigo.
Será então que nada é por si só algo? E as pessoas? Somos nós mesmos num ambiente controlado, onde as variáveis nos adjetivam?
O que eu represento?
Basta ser agradável aos olhos e aos ouvidos? Basta não ferir o ego alheio? Basta vestir algo que faça as pessoas lembrarem-se de você ou olharem duas vezes?
Importa mais as idéias associadas a mim ou as idéias que eu busco e valorizo? É a mesma coisa?
Alguém aí sabe?
Quem é você? O que é isso? É bom? Tem que gosto? Mas funciona? Quem te disse?
As coisas não são definidas por si, mas pelo que trazem consigo, ou de onde vieram, ou quem as traz consigo.
Será então que nada é por si só algo? E as pessoas? Somos nós mesmos num ambiente controlado, onde as variáveis nos adjetivam?
O que eu represento?
Basta ser agradável aos olhos e aos ouvidos? Basta não ferir o ego alheio? Basta vestir algo que faça as pessoas lembrarem-se de você ou olharem duas vezes?
Importa mais as idéias associadas a mim ou as idéias que eu busco e valorizo? É a mesma coisa?
Alguém aí sabe?
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Ideias recorrentes
Às vezes você pode sentir necessidade de se identificar com alguém, de poder dizer “eu também!!!” durante uma conversa.
Pode ser que seja por solidão, por você ser uma pessoa estranha, por não ter sido criada e ensinada a desfrutar dos padrões globais de divertimento e conduta diária.
Às vezes você pode sentir um certo desespero quando encontra alguém conhecido na rua, ou na internet , simplesmente porque vão dizer oi e perguntar um inocente “tudo bem?” (e voce não sabe mentir).
Pode ser que seja o turbilhão interior, esperando a deixa para sair pela sua boca e pelos seus olhos.
Na maioria das vezes você irá receber bem uma interrupção no seu trabalho e no seu estudo, para ter algum alívio mental depois de tantos pensamentos sérios.
Pode ser um daqueles dias em que você finalmente não acordou pensando em tudo de errado que há com você, em que não está tentando desvendar o porquê da vida nem o número da loteria.
Raras vezes, porém, você pode sentir vontade de ler e escrever, para tentar enfeitar idéias horríveis ou tediosas que te acompanham todo dia. Tentar jogar longe, no papel e fora de você, algo que te corrói e pesa, faz você arrastar os pés.
Pode ser finalmente a compreensão desse ciclo, inevitável e previsível, de questionamentos que no dia seguinte não parecem importar tanto.
Pode ser que seja por solidão, por você ser uma pessoa estranha, por não ter sido criada e ensinada a desfrutar dos padrões globais de divertimento e conduta diária.
Às vezes você pode sentir um certo desespero quando encontra alguém conhecido na rua, ou na internet , simplesmente porque vão dizer oi e perguntar um inocente “tudo bem?” (e voce não sabe mentir).
Pode ser que seja o turbilhão interior, esperando a deixa para sair pela sua boca e pelos seus olhos.
Na maioria das vezes você irá receber bem uma interrupção no seu trabalho e no seu estudo, para ter algum alívio mental depois de tantos pensamentos sérios.
Pode ser um daqueles dias em que você finalmente não acordou pensando em tudo de errado que há com você, em que não está tentando desvendar o porquê da vida nem o número da loteria.
Raras vezes, porém, você pode sentir vontade de ler e escrever, para tentar enfeitar idéias horríveis ou tediosas que te acompanham todo dia. Tentar jogar longe, no papel e fora de você, algo que te corrói e pesa, faz você arrastar os pés.
Pode ser finalmente a compreensão desse ciclo, inevitável e previsível, de questionamentos que no dia seguinte não parecem importar tanto.
sábado, 10 de julho de 2010
Sabotagem
Acho que todo mundo já se sabotou alguma vez.
Toda vez que uma esperança surge em mim, eu torço, cruzo os dedos... torço para não estar me sabotando de novo.
Parece que eu sou uma pessoa diferente, e que outra está no volante.
Como que se resolve isso?
Toda vez que uma esperança surge em mim, eu torço, cruzo os dedos... torço para não estar me sabotando de novo.
Parece que eu sou uma pessoa diferente, e que outra está no volante.
Como que se resolve isso?
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